Sábado, 4 de Julho de 2009

o futebol brasileiro é uma maravilha(pra quem pode mais)

Será que os gaúchos são encrenqueiros, reclamões, etc, e não veem a paridade de armas e a seriedade que há nas competições brasileiras de futebol? Pelo jeito não estamos sozinhos na nossa opinião sempre crítica, como se vê no bom texto de Juarez Villela Filho, torcedor do Atlético-PR.

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Acabou

Máxi Lopez: 200 mil por mês.
Paulo Autuori: 300 mil mensais.
O grêmio fora da Libertadores: não tem preço.

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Não deu

A crise técnica do Inter falou mais alto. Jogou contra um time que sabe colocar a bola no chão nos contra-ataques e fecha-se bem na defesa. Mais uma vez, faltou futebol ao Inter, embora os jogadores tenham mostrado vontade. A defesa, como em quase todos os jogos decisivos, tomou os seus gols.
A nota negativa foi D´Alessandro. Jogou pouco de novo e tentou comprar uma briga ridícula, avacalhando o time, que tentava virar o jogo. Com sua briguinha ele matou o jogo. seria muito mais digno perante a torcida correr junto com seus companheiros em busca da virada.
A questão agora é esquecer a Copa do Brasil e tentar organizar a equipe. É possível que Nilmar seja vendido. Aí o ataque colorado vai para o brejo de vez.

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Só a superação salva

E chegou o dia da superação. O combalido colorado, abatido no mês de junho pela ação de Dunga, que levou Nilmar e Kléber para passar férias na África do Sul, e de Tite, que custou a dar-se conta que Índio e Álvaro não poderiam jogar com laterais fracos na marcação, terá que fazer o improvável nesta quarta-feira.
O Inter entrará em campo sem Sandro. Acredito que Glaydson seja o melhor substituto. Andrezinho não tem se saído bem quando substitui algum dos volantes.
Nilmar e Kléber estarão sem o ritmo adequado. O mesmo vale para D´Alessandro, que não jogou nada contra a LDU e ainda foi poupado no domingo. É possível que Bolívar não jogue.
Com tantas adversidades, o Inter terá que ser um gigante para conseguir o resultado.Terá que jogar muito e evitar o que é comum no Beira-Rio: o frequente toque de bola dos adversários. São comuns as partidas em que o colorado não consegue minar o jogo do inimigo, principalmente contra times organizados. Vimos isso contra o Flamengo.
Do outro lado, há um time organizado, confiante, com bons jogadores e um ótimo treinador.
Mas todas as dificuldades são gasolina para uma decisão. O colorado deverá ser valente, não se afobar e jogar com a cabeça no lugar. Cuidar para não levar gol e conquistar território aos poucos. São 90 minutos. É preciso calma e vontade de vencer.

Sábado, 27 de Junho de 2009

Xavante tá firme na série C

E o Brasil de Pelotas não está fazendo feio na série C do Brasileirão. O ano começou tragicamente, e dentro de campo o time passou por uma maratona que o jogou na lona e culminou no rebaixamento no Gauchão. Mas o xavante juntou os cacos e aos poucos vai se firmando novamente.
Nesta fria tarde de sábado em Pelotas o Brasil venceu o Marcílio Dias por 2 a1. Até agora venceu duas partidas(Marcílio e Criciúma), empatou uma(Marília, fora), e perdeu outra, com um gol aos 47 minutos do segundo tempo(Caxias, fora. O xavante tem 7 pontos e está atrás de Caxias(9) e Marília(8).
A próxima partida é contra o Caxias, em casa. Jogo fundamental para o rubro-negro. Se vencer assume no mínimo a segunda colocação.
Não vi a partida. Por isso fico no aguardo das informações que o meu irmão Wagner vai nos dar. Ele esteve no estádio junto com o nosso pai, que milagrosamente resolveu sair de casa em um dia frio. A idade acabou com a resistência dele às baixas temperaturas(nem tão baixas assim para os nossos padrões).

Xenofobia e preconceito na imprensa

Tem um tal de Chico Lang, cidadão o qual eu nunca tinha ouvido falar, que andou apelando para a estupidez ao criticar os dirigentes de Grêmio e Internacional. Além do comportamento preconceituoso o que me impressionou foi a ignorância histórica do sujeito, capaz de levá-lo a afirmar que o Rio Grande do Sul seria o maior responsável pelas figuras da ditadura. Ele tem uma coluna chamada parafuso solto ou bola solta, qualquer coisa assim. Lá escreveu um amontoado de besteiras. Talvez a única coisa que se aproveite seja a última frase do seu texto, acredito que pensada para descrever de forma sintética o trabalho dele na "coluna"(que não é a Coluna Prestes, essa, para tristeza do "comentarista esportivo", foi formada por um gaúcho a partir de Santo Ângelo).
Bom, o Biscoito mandou-me o link dessa coluna e o e-mail que mandou para o sujeito. Eu também resolvi dizer umas coisas sobre o cidadão e mandei cópia para o mesmo, na esperança de que ele mude sua visão preconceituosa, nem que isso aconteça na hora da extrema-unção, já que Deus costuma perdoar até mesmo nos acréscimos do segundo tempo. Segue o que escrevi. Perdoem-me os erros, pois fiz na velocidade e sem revisão:

"Esse cara pelo jeito é um coitado, e deve ter sido reprovado em história na escola.
Pelo jeito, ele não sabe que a revolução farroupilha é um marco do liberalismo revolucionário brasileiro, e que deveria ser estudado melhor. A bandeira do Rio Grande do Sul tem o lema "igualdade, fraternidade, humanidade", de clara inspiração na revolução francesa, assim como o hino. O "sirvam nossas façanhas a toda a terra" é uma conclamação a todos os povos oprimidos do planeta, para que se libertassem da dominação, conclamação essa inspirada também na revolução francesa.
Mas não para por aí. A revolução farroupilha não importou na totalidade o modelo francês, pois não copiou o conceito abstrato de nação, cuja interpretação deturpada poderia levar a um novo absolutismo. Ao contrário, os textos revolucionários indicam o recurso às fontes da revolução americana, onde o conceito de povo remete aos habitantes do território e não a um conceito abstrato de nação. O conceito de povo é a base da melhor conjugação já feita entre democracia e poder soberano(talvez ele ache que a única coisa que os EUA criaram seja o Michael Jackson).
Provavelmente ele não conhece o Rio Grande do Sul, ou, se conhece, fechou os olhos para o que viu. De fato, nosso estilo de jogar futebol assemelha-se mais ao conceito de guerra do que propriamente ao de arte. Por isso nosso jogo tem tamanha identidade com nossos vizinhos do prata, e não só no futebol, mas também na indumentária, nas milongas que melhor representam a melancolia do inverno, o mate e, também quanto ao futebol, a intensa democracia no momento da pelada. Nos nossos campos ninguém é discriminado, qualquer um joga. Mas ele não deveria criticar-nos. É nossa cultura e deve ser respeitada.
O Brasil só é forte porque é multicultural. E talvez não seja maior porque haja pessoas com esse nível de desconhecimento. Ignorar a formação cultural do povo do Rio Grande do Sul e do seu temperamento, muito diferente do "homem cordial" açoriano, é miopia intelectual. Esse senhor ignora que ao mesmo tempo em que o Rio Grande do Sul produziu figuras reacionárias, como todo o Brasil, também criou expoentes do movimento contestador e libertário.
O gaúcho defende com vigor suas ideias e não gosta do meio termo. É, sim, beligerante, como todos os apaixonados. Por isso o gaúcho ama a política e pelo futebol, que são coisas apaixonantes. A esse senhor, devo dizer que conheça melhor o Rio Grande do Sul. Quem sabe aprenderá um pouco com os gaúchos. Possivelmente, ao final ele admirará os gaúchos pela capacidade que eles tem de não se curvarem ao poder e de falarem o que pensam, de serem intensos.
Por tudo isso, o termo gaúcho indica uma nação, não só de pessoas que nasceram no Rio Grande do Sul, mas por todo o Brasil. Tomar chimarrão todos os dias é mais que beber algo: é resgatar na minha alma minha identidade.Sinto que faço parte de uma imensa comunidade com a qual me identifico
A esse cidadão, devo dizer que sou gaúcho e brasileiro. Quando jogo minha pelada, gosto do jogo pegado, corrido, jogado a morrer. Não gosto daquele jogo desinteressado onde ganhar ou perder não diferença. Não gosto de ditadores e não baixo a cabeça para quem quer que seja. Não sei o que é subserviência. Vivo com atitude, no trabalho, na política e no futebol de fim de semana.E com tudo isso não falto o respeito com ninguém. Admiro muito a cultura carioca, nordestina ou de qualquer lugar desse país. Não sou xenófobo.
Gerson
P.S.: utilizar argumentos xenófobos para criticar a postura de algum dirigente é algo de tamanha irresponsabilidade que causa espanto que uma pessoa dessas esteja na mídia. Será que algum dia ele disse que as dezenas de pessoas feridas naquela fatídica final entre Vasco e São Caetano ocorreu porque isso só poderia ser coisa de carioca? O que as horrendas brigas entre torcidas em clássicos de São Paulo acontecem porque isso decorre de um desvio de personalidade dos paulistas, cuja cultura representaria a atrocidade dos bandeirantes(um mente assim até poderia pensar uma coisa dessas)?

Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Autistas do futebol

para o final de semana, algumas da série "Autistas do futebol":

*Mano Menezes ficou aparentemente irritado(só pode estar encenando) com as declarações do dirigente colorado Fernando Carvalho de que o Inter faria um DVD para contestar a arbitragem de Heber Roberto Lopes no primeiro jogo da final da Copa do Brasil.
Mano deve estar brincando. Tudo bem que o Corinthians foi mais efetivo nas suas oportunidades, mas o árbitro deixar o jogador bater a falta com a bola rolando bem na sua frente e em seguida sair o gol é demais. Só Mano acredita que a arbitragem foi excelente. Excelente pra ele.
Ou Mano deu uma de capitão-do-mato, que depois que saiu da senzala passou a gostar de colocar os outros no tronco, esquecendo que o Corinthians é um time que sempre é beneficiado em jogos decisivos e nunca prejudicado(semifinal do Paulistão de 98, primeiro jogo da Copa do Brasil de 2002 e o Brasileiro de 2005 são grandes exemplos), ao contrário dos outros, que se beneficiam mas também levam choque, ou ele é um verdadeiro autista do futebol.
* Autuori é o outro autista do futebol. Ele disse que não há racismo no futebol. Muitos jogadores brasileiros que vão para a Europa não devem concordar muito com isso. E todas as broncas históricas na seleção da Holanda entre holandeses "puros" e holandeses vindos do Suriname deve ser fantasia.
* Por fim, o futebol ganhou um realista. Tite deu-se conta que o time do Inter está uma naba. Tomara que o futuro seja melhor. Mas está difícil.
* E a piada do final da semana é o suposto DVD que a torcida do Corinthians pretenderia fazer, com imagens de lances em que o Inter foi beneficiado. Ora, isso beira a insanidade. Repito: o Corinthians talvez seja o único time brasileiro que sempre ganha um empurrão horas decisivas e nunca é prejudicado. Os outros beneficiam-se mas às vezes também levam choque. O Corinthians curiosamente sempre é auxiliado na hora H, pelo menos de uns anos pra cá.Quando caiu é porque nem o apito salvava.
Os torcedores tinham que, no mínimo, ficarem quietos. Eu, por exemplo, tenho a noção de não negar que os clubes do interior sempre tomam choque quando jogam com a dupla gre-nal. Não vou negar uma coisa dessas, pois isso seria uma falta de vergonha.

Curto e grosso no twitter

Agora ando nas bandas do twitter também. Na lateral do blog já tem os últimos comentários e, como diz o meu irmão Wagner, sigam-me os bons!

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

O esporte pode mudar o mundo?

Buenas, o meu amigo Breiller lembrou bem que hoje é o Dia Universal Olímpico, e sugeriu que eu escrevesse algo que apresentasse uma posição contrária ou favorável à seguinte afirmação: "o esporte é capaz de transformar o mundo e a sociedade em que vivemos".
A resposta afirmativa sempre é a mais simpática. O esporte sim é capaz de irmanar os povos e criar sentimentos favoráveis a uma mudança global, etc, etc. Isso sempre é explorado à exaustão durante grandes eventos esportivos, como a Copa e as Olimpíadas.
Entretanto, vou ter que ser um pouco desagradável quanto a este assunto. Para mim, o esporte não é capaz de transformar o mundo e a sociedade em que vivemos. Sou categórico na resposta.
Minha descrença no potencial transformador do esporte não é uma mera visão pessimista. É que, convenhamos, pretendermos que atividades esportivas tenham tamanho potencial transformador é exigir demais de algo que sequer foi criado com esse propósito.
E nem estou pensando aqui no esporte de alto rendimento. Esse sim, se algum potencial transformador tem possivelmente será apenas para pior. O mundo esportivo integrou-se de tal forma no capitalismo que é praticamente impossível conceber algo diferente dentro desse mundo onde o que vale é o marketing e o potencial de consumo. Do esporte profissional a única coisa possível de extrair é mais lucro. E não se espere algo como ética, companheirismo ou espírito olímpico.O esporte profissional precisará sempre de uma regulação similar a dos mercados. Aliás, por não haver isso no futebol brasileiro é que vivemos em uma selva, onde vale a lei do mais forte. Ao torcedor, resta ter a sorte de torcer para o clube poderoso econômica e politicamente, para pelo menos ter a alegria de comemorar alguns títulos.
Bom, e se deixarmos o esporte profissional de lado e pensarmos na prática esportiva comum? Seria imaginável uma força capaz de mudar o mundo?
Também não acredito nisso.
O mundo transforma-se de várias maneiras.
A televisão impactou as pessoas, principalmente a partir da transmissão dos primeiros passos do homem na lua. Pouco tempo antes boa parte da Terra via o globo com o tamanho da cidade ou região de cada um. De uma hora para outra estávamos vendo pessoas como nós no satélite que só conseguíamos ver de muito longe.
A internet está mudando o mundo. As grandes guerras mudaram o mundo, a guerra fria transformou a realidade. O sindicalismo e o marxismo acabaram com o liberalismo selvagem.
Diante de tantos instrumentos, fatos e ações políticas de tamanho impacto talvez seja um despropósito acreditar que o esporte seja capaz de transformar decisivamente a realidade. Não se joga bola pensando em outra finalidade senão vencer a partida e brincar um pouco. Não há um nexo com uma finalidade mais arrojada. Inexiste um objetivo ordenado para além do resultado final da partida e do exercício físico.Pratica-se o esporte assim como se praticava na Grécia Antiga ou em Roma. O esporte é diversão, não uma ferramenta para mudar a realidade, ainda que possa ser utilizado de forma acessória.
Um projeto esportivo em uma comunidade carente pode auxiliar em um projeto de integração social. Contudo, esta ocorrerá principalmente com a educação das crianças e jovens e com a conscientização destes de que a ação política organizada é fundamental para a melhoria das condições de vida. O esporte pode chamar as pessoas para uma ação comunitária. Todavia, esta não terá seguimento só com o esporte.
Por isso, não devemos exigir muito do esporte. Vamos mantê-lo como sinônimo de diversão, saúde e integração entre pessoas.
Ocorre que nisso pode estar a contradição dos meus argumentos.
Em um mundo no qual a depressão atinge um número cada vez maior de pessoas, a qualidade de vida decai e as pessoas relacionam-se cada vez menos, o esporte não proporcionaria justamente muito daquilo que falta para a felicidade humana?
Sinto-me, diante dessa evidência, obrigado a chegar a um aristotélico meio termo: o esporte não pode transformar a realidade, mas, quem sabe, um bom jogo de futebol com o pessoal do bairro não possa deixar cada um mais feliz, saudável e com um exército de amigos. Isso já será um passo para a mudança de cada sujeito. E, talvez, pessoas felizes, saudáveis e integradas possam pensar um mundo melhor.


Domingo, 21 de Junho de 2009

Ladeira abaixo

Se tu vais jogar contra um time que é forte pelas laterais, precisa marcar forte nesse setor do campo. Se estava provado que Danilo Silva e Marcelo Cordeiro são fracos na marcação, não seria necessária alguma alteração no esquema tático?
E se a sua defesa é lenta e os laterais são defensivamente fracos, talvez um terceiro zagueiro amenizasse o problema. E por que manter Álvaro, se ele não consegue acompanhar ninguém, como ficou provado mais uma vez na jogada do segundo gol do Flamengo?
O Inter sem Bolívar, Kléber, Magrão, D´Alessandro, Nilmar e Taison virou um timeco de dar pena. Sem força ofensiva, lento na troca de passes e desorientado defensivamente. Mesmo com três volantes a cobertura dos zagueiros e laterais foi uma piada. Os últimos jogos parece que estão desmanchando a tese de que temos um grupo maravilhoso, etc, etc. Não temos banco para os laterais e para o ataque.
É bom que Tite pense alternativas táticas para os jogos em que temos muitos desfalques. Ou é bem possível que Muricy acabe empregado logo, logo.

Sábado, 20 de Junho de 2009

Tite estava com a razão?

Criticamos uma barbaridade tudo que é treinador de futebol e cansamos de chamar os caras de burro nos estádios. Mas vendo algumas coisas devo admitir que muitas vezes eles são injustiçados.
Vou pegar o exemplo do Tite.
Quase toda a torcida, eu incluído, marreteava o treinador colorado porque o time jogava muito atrás, sem saída dos laterais, que estariam presos da defesa por determinação tática. Isso engessaria o time e traria o adversário para o campo colorado.
Na quarta-feira vimos que Tite deve ter visto nos treinos que não temos jogadores que garantam essa saída para o ataque de forma segura. Danilo Silva e Marcelo Cordeiro não foram bem na marcação. Deixaram espaços. Saiu um gol em cada lado, sendo que o segundo veio após uma improvável arrancada de um jogador que está lento e que jamais poderia ter aquela vantagem sobre a defesa. Chegou ao amadorismo a cobertura defensiva.
Talvez Tite segure Bolívar e Kléber atrás porque sabe que se eles saírem a defesa fica desguarnecida. E antes não levar gol do que atacar a la loco.
Bom, quem sabe Tite esteja certo então. Ninguém pode fazer milagre, monta-se um time com os jogadores que se tem. Mas, se Marcelo Cordeiro é falho na marcação, não teria sido uma insanidade colocar ele ao lado de Álvaro, um zagueiro pra lá de lento? Um lateral deficiente na marcação não deveria ser compensado por um zagueiro mais veloz, como Danny Morais, que chega em alta velocidade em todas as bolas?
Com a palavra, nosso treinador.
Por fim, devo dizer que, se Guiñazu acredita na virada eu também acredito. Abençoado sejam os argentinos, esses sim acreditam de verdade no velho provérbio gaúcho: "não tá morto quem peleia".